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By Ferramentas Blog

sexta-feira, julho 31, 2026

ERROL ''BARKWOOD'' BROWN-TRIBUTO

 

Barkwood













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A formação da banda britânica de roots reggae Black Roots vem sofrendo baixas constantes. Depois de ter de se despedir anteriormente do baixista Derrick King e do vocalista Delroy O'Gilvie, a banda sediada em Bristol recebeu agora a triste notícia de que o co-fundador e vocalista principal, Errol 'Barkwood' Brown, também faleceu.Dividiu os vocais principais e tocou percussão com o Black Roots.Embora tenha nascido na Jamaica e crescido ao som de reggae, ele cantou com várias bandas de soul, o que conferiu uma sonoridade vocal diferenciada ao Black Roots. Errol nasceu na Jamaica, mas aos quatorze anos, em 1966, mudou-se para o Reino Unido; estabeleceu-se em Bristol e, mais tarde, trabalhou, entre outras coisas, como soldador.  Ao falar sobre esse período em uma entrevista, ele disse: "Foi um pouco estranho para mim. Eu chorava querendo voltar, porque tudo era escuro — e eu vinha de um lugar de sol — e não era o que eu esperava. Minha mãe trabalhava no BRI e também na fábrica de cigarros Wills; era só ela, sozinha. Não podíamos andar pelas ruas. Se andássemos, tínhamos de ir em grupos de quatro ou cinco pessoas por St Pauls e pela Governor Road. Minha mãe costumava dizer: 'Vocês não podem ir lá!'. Então, mantínhamos a união como um grupo, e foi assim que sobrevivemos."  Nas páginas do Black Roots no Facebook e no Instagram, foi publicada a seguinte declaração:  Hoje nos despedimos de Errol 'Barkwood' Brown, membro fundador do Black Roots que faleceu. Palavras não conseguem explicar ou descrever sua contribuição para a obra da banda. Mas lembraremos dele por seus vocais principais em clássicos como 'The Father', 'Survival', 'War' e muitos outros. Este é um dia muito triste para todos nós que o conhecemos, trabalhamos com ele, apreciamos sua energia no palco e testemunhamos o espírito com que ele transmitia a mensagem nas músicas que cantava, além de sua humildade como pessoa. Você deixará saudades, mas não será esquecido, especialmente porque seu legado permanece vivo na música. Nossas mais sinceras condolências à família. Esta notícia foi devastadora para todos nós que o conhecíamos; que você descanse em paz eterna....

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https://www.reggae.be/en/news?id=18131

https://www.discogs.com/artist/3050807-Errol-Brown-4

domingo, julho 26, 2026

R. ZEE JACKSON-TRIBUTO











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 Mais um dia triste para a comunidade internacional do reggae. O falecimento repentino de R. Zee Jackson — pioneiro do reggae canadense e padrinho musical de muitos — foi anunciado por sua família, incluindo Natania e seus filhos em 25 de julho de 2026.  O reggae nunca respeitou fronteiras. Nascida na Jamaica, a música viajou com seu povo e encontrou novos lares em Londres, Nova York, Toronto e inúmeras outras cidades. Em Toronto, uma das figuras-chave que ajudaram o reggae a se estabelecer foi R. Zee Jackson, também conhecido como Esso Jaxxon e Castro Pink.  A carreira de Jackson é particularmente interessante porque ele nunca foi apenas um cantor. Ele atuou como vocalista, percussionista, multi-instrumentista, engenheiro de som e produtor, transitando com naturalidade entre o palco e o estúdio. Sua contribuição para a comunidade do reggae em Toronto está intimamente ligada à ascensão da Eglinton Avenue West, área que ficou conhecida como "Little Jamaica".  Jackson nasceu em Clarendon e passou parte de sua infância em Old Harbour, St. Catherine. Ao crescer na Jamaica, ele absorveu as sonoridades dos sound systems da ilha e a transição do rocksteady para o roots reggae. A música já fazia parte de seu ambiente muito antes de ele próprio começar a gravar discos.  Sua primeira grande mudança para o exterior ocorreu em 1973, quando viajou para os EUA por meio de um programa de intercâmbio cultural e trabalhou em acampamentos de verão. Em 1975, mudou-se definitivamente para o Canadá. Toronto passava por rápidas transformações naquela época. A imigração caribenha trazia a cultura jamaicana para a cidade, ao mesmo tempo em que músicos e produtores criavam sua própria rede de reggae. Jackson rapidamente se integrou a esse movimento. Ele trabalhou com o produtor Oswald Creary, no Half Moon Studio, e com o engenheiro Doug McClement, no Comfort Sounds Studio. Também conheceu Jackie Mittoo — o brilhante tecladista e ex-diretor musical da Studio One — e Leroy Sibbles, do grupo The Heptones.  Sibbles convidou Jackson para integrar a Ital Groove Band. Esse passo se mostrou fundamental. Jackson fazia vocais de apoio, tocava 'gong bap' e congas, além de cuidar da parte técnica de engenharia de som no estúdio. Em outras palavras, ele não era apenas um membro da banda; ele compreendia como todas as peças se encaixavam. O grupo passou meses em turnê antes de retornar a Toronto para gravar. Enquanto Sibbles se dedicava à sua carreira solo, Jackson mantinha as atividades em andamento com o grupo The Groove — também conhecido como Jamafrica ou Hit Squad.  Do final da década de 1970 até o decorrer dos anos 80, Jackson esteve profundamente envolvido na cena reggae de Toronto. Ele frequentava estúdios várias vezes por semana para gravar, operar o som e produzir. Seus trabalhos foram lançados por selos independentes como BeeZee Sounds Production, Ital e Radio Plus. Esse período também marcou a transformação da Eglinton Avenue West, em Toronto, em um verdadeiro polo da cultura jamaicana. Lojas de discos, restaurantes, estúdios, músicos, 'sound systems' e a comunidade caribenha em geral ajudaram a transformar a região no que hoje conhecemos como Little Jamaica — e Jackson estava bem no meio de tudo isso.  Jackie Mittoo o incentivou a buscar oportunidades além do Canadá e, em 1980, Jackson viajou para Londres. Lá, trabalhou com o produtor Mike Brooks e gravou diversas faixas nos estilos dancehall e digital roots. A música "Ina South Africa" ​​abordava o apartheid na África do Sul, enquanto "At The Reggae Party" demonstrava sua habilidade em criar músicas voltadas especificamente para o público dos 'sound systems'.  Jackson também compreendia que uma carreira duradoura no reggae exigia mais do que apenas talento musical; ele queria entender também o lado comercial da indústria. Na década de 1990, matriculou-se no Trebas Institute, em Toronto, formando-se em 1996 em Administração do Negócio da Música. Nessa altura, ele já havia passado anos aprendendo o ofício na prática — por meio de trabalhos em estúdio, turnês e produções independentes —, e sua formação acadêmica veio fortalecer essa experiência. Mais tarde, Jackson dirigiu a DubWorl Audio Visual HQ, trabalhou com a Imaaj Music e assumiu o cargo de vice-presidente de marketing da Kings of Kings Inc.  Sua ligação com a música de raiz jamaicana permaneceu sólida. Nos anos 2000, R Zee retomou a parceria com seu amigo de longa data Cedric Myton, do grupo The Congos. Jackson passou a trabalhar em estreita colaboração com o grupo como produtor, músico e parceiro de turnês, unindo sua experiência em Toronto ao trabalho de um dos nomes mais respeitados do roots reggae.  Suas gravações mais antigas também ganharam uma nova vida. Selos como a Jamwax relançaram produções de meados da década de 1980, incluindo "Long Long Time" e sua versão de "Row Fisherman Row". Isso é importante porque coloca a música de Jackson novamente nas mãos dos colecionadores de vinil e dos seletores de sound systems de hoje.  O que faz a história de R. Zee Jackson se destacar é a enorme abrangência de sua atuação. Ele não se limitava a tocar reggae; ajudava a construir toda a infraestrutura em torno do gênero, desde o estúdio e a mesa de som até o palco e a indústria fonográfica. Sua trajetória, da zona rural de Clarendon até o bairro Little Jamaica em Toronto, nos lembra que a história do reggae não pode ficar restrita às fronteiras da Jamaica. A música viajou porque pessoas como Jackson viajaram. E, aonde quer que fosse, ele levava consigo um pedaço da Jamaica.  Descanse em paz eterna....

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https://www.reggae-vibes.com/news/2026/07/r-zee-jackson-has-died/

https://www.discogs.com/artist/949823-R-Zee-Jackson

sexta-feira, julho 24, 2026

CARL HENRY-TRIBUTO













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 O Reggae lamenta o falecimento do querido cantor Carl Henry . Por Reggae North.  Fiquei profundamente entristecido ao saber do falecimento do cantor de reggae Carl Henry, que partiu desta vida na quinta-feira, 16 de julho de 2026, na Jamaica. Hoje, a comunidade do reggae lamenta a perda de um artista notável, um amigo querido, um apoiador constante e um membro respeitado do meio musical. Nascido em Kingston, na Jamaica, Carl Henry conviveu com a música desde cedo. Influenciado pelas sonoridades ricas do mento, ska, rocksteady, R&B, Motown, gospel e música clássica, ele desenvolveu uma paixão que moldaria uma carreira de mais de quatro décadas. Sua trajetória musical começou na igreja anglicana em Linstead, St. Catherine, onde sua voz poderosa inspirou pela primeira vez aqueles ao seu redor.  Após mudar-se para Toronto com a família no início da década de 1970, o talento de Carl floresceu rapidamente. Desde liderar a banda de rock January até se consolidar como um dos intérpretes de reggae mais respeitados do Canadá, ele manteve-se dedicado a preservar e promover a música reggae. Mesmo em momentos difíceis para a cena reggae de Toronto, seu otimismo, resiliência e crença inabalável na música jamais vacilaram.  As contribuições de Carl Henry lhe renderam amplo respeito, incluindo uma indicação ao prêmio Juno em 2010 pelo álbum "American Dream", na categoria Gravação de Reggae do Ano. Seu estilo versátil fundia com naturalidade o Lovers Rock, o roots reggae e o R&B, cativando públicos em todo o mundo. Ao longo de sua distinta carreira, ele dividiu o palco com artistas lendários como Jimmy Cliff, Beres Hammond, Sting e os Bee Gees, além de colaborar com produtores icônicos como Sly and Robbie, King Jammy e Joe Gibbs.  Além de suas notáveis ​​conquistas musicais, Carl era um homem de compaixão e generosidade. Ele dedicou seu tempo e apoio a organizações beneficentes, incluindo a Autism Canada e a Canadian Cancer Society, demonstrando que seu compromisso em ajudar o próximo ia muito além dos palcos.  O legado de Carl Henry é marcado pela excelência, humildade, perseverança e espírito de serviço. Por meio de sua música, talento e dedicação inabalável à cultura reggae, ele tocou inúmeras vidas e levou alegria a fãs ao redor do mundo. Suas contribuições para a comunidade musical jamais serão esquecidas, e sua influência continuará a ecoar entre gerações de amantes do reggae.  Em nome da comunidade do reggae, expressamos nossas sinceras condolências à sua família, amigos, colegas músicos e fãs na Jamaica, no Canadá e em todo o mundo. Que encontrem força e conforto nas memórias que ele deixou e na música atemporal que manterá seu espírito vivo para sempre.  Descanse em paz eterna, Carl Henry. Sua voz pode ter silenciado, mas seu legado continuará a cantar para as gerações futuras....

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https://reggaenorthca.com/reggae-mourns-the-passing-of-beloved-singer-carl-henry/

https://www.discogs.com/artist/858364-Carl-Henry-3

quinta-feira, julho 16, 2026

FANTAN MOJAH-TRIBUTO

 














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Morre o cantor de reggae Fantan Mojah.  O cantor de reggae Fantan Mojah faleceu aos 49 anos, apenas três semanas antes de completar 50 anos,em 14 de julho de 2026.  O artista rastafári, conhecido por seu estilo vibrante e combativo, teria falecido na noite de terça-feira no Hospital Universitário das Índias Ocidentais (UHWI), em Kingston, após sofrer complicações cardíacas.  Um colaborador próximo de Fantan disse ao Observer Online que a saúde do artista se deteriorou rapidamente nos dias que antecederam sua morte.  "Desde que voltou dos Estados Unidos, ele estava bem, mas na última semana começou a piorar e foi internado no UHWI", disse o agente de agendamento Vertex. "Ontem à noite, Fantan estava vomitando sangue e foi isso. Ele faleceu."  Fantan Mojah estava se preparando para se apresentar no festival Reggae Jam deste ano, na Alemanha. Segundo a fonte, os vistos Schengen para a apresentação haviam sido aprovados recentemente.  O cantor, que seria pai de pelo menos cinco filhos, enfrentou sérios problemas de saúde nos últimos anos. Nos dias anteriores à sua morte, ele não podia fazer muito esforço físico e seu estado de saúde piorava rapidamente enquanto estava hospedado com amigos em Portmore.  Em julho de 2024, ele foi hospitalizado na Martinica após sofrer dificuldades respiratórias e aperto no peito. Na época, relatos indicavam que seu coração estava funcionando com aproximadamente 15% de sua capacidade.  No início de 2025, no entanto, o cantor parecia estar se recuperando. Relatos da mídia descreviam sua evolução como promissora, e ele acabou retomando as turnês pela Europa.  Fantan Mojah, conhecido por sua interpretação poderosa e canções de reggae com forte carga espiritual, conquistou uma legião de fãs fiéis com gravações que misturavam ensinamentos rastafáris, comentários sociais e intensidade emocional.  Mais detalhes sobre sua morte não estavam disponíveis de imediato.  Fantan teve uma ascensão meteórica na música. Ele era um simples limpador de janelas cuja história de vida mudou drasticamente quando cruzou o caminho de Joe Bogdanovich, chefe da gravadora Downsound Records.  "Quando o conheci, ele era um limpador de janelas", disse Bogdanovich em uma entrevista anos atrás. "Começamos uma conversa que acabou levando à gravação dele, e produzi alguns sucessos realmente grandes com ele." O cantor, cujo nome verdadeiro era Owen Lennox Moncrieffe, tentou várias vezes ingressar na indústria musical antes de conhecer Bogdanovich. Inicialmente usando o nome artístico Mad Killer, ele participava de concursos de talentos em sua região de origem, St. Elizabeth, enquanto ainda estudava. Mais tarde, Mojah trabalhou na manutenção do sound-system Kilamanjaro, antes de fazer sua estreia em gravações em 1997 com a faixa "When I Rise", produzida por Tristan Palmer.  Posteriormente, ele gravou o álbum ''Hail the King'' (2005) pela gravadora Downsound, trabalho que marcou sua ascensão na carreira. Sua passagem pela gravadora terminou naquele mesmo ano, dando início a uma relação marcada por idas e vindas com Bogdanovich.  Fantan gravou o sucesso "Nuh Build Great Men" durante o período em que esteve na DownSound Records.  Após deixar a DownSound Records, ele gravou "Stronger" e "Rasta Got Soul" — possivelmente sua faixa mais famosa —, celebrando a espiritualidade rastafári e as raízes culturais...

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https://www.jamaicaobserver.com/2026/07/14/reggae-singer-fantan-mojah-died/


https://www.discogs.com/artist/401428-Fantan-Mojah

sexta-feira, julho 10, 2026

HARLESDEM WALK OF MUSIC

 












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HARLESDEM WALK OF MUSIC -O  bairro de Harlesden, no noroeste de Londres, ganhou uma nova atração cultural: a Harlesden Walk of Music, inaugurada no Dia Internacional do Reggae,1 de julho de 2026. O espaço transforma em roteiro público a memória da comunidade jamaicana que ajudou a moldar a cena musical britânica.  A calçada reúne 12 pedras simbólicas, cada uma dedicada a nomes que marcaram a trajetória do reggae no Reino Unido entre os anos 1960 e 1990. Entre os homenageados estão artistas como Dennis Brown, Janet Kay,Delroy Washington e General Levy, além de bandas como Aswad,Steel Pulse e The Cimarons. Gravadoras e selos que impulsionaram o gênero, como Trojan Records e Jet Star, também foram lembrados.  Harlesden é considerado o coração jamaicano de Londres e ficou conhecido como a “capital não oficial do reggae” no país. Foi ali que surgiram lojas de discos, clubes e sound systems que espalharam a batida caribenha pela cidade, muito antes da era digital.  A história tem raízes profundas: desde a chegada da Geração Windrush, entre as décadas de 1940 e 1970, o reggae e o dub se tornaram parte da identidade cultural londrina. Mais do que uma homenagem, a nova calçada reconhece que o reggae não foi apenas importado — ele foi vivido, reinventado e transmitido por gerações que fizeram da música um símbolo de resistência, memória e orgulho...

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https://www.grandefm.com.br/londres-celebra-o-reggae-com-calcada-historica

sexta-feira, julho 03, 2026

LEMBRANDO MIKEY DREAD




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Mikey Dread-  Nome real: Michael George Campbell- Perfil: Locutor de rádio, engenheiro de som, cantor e produtor, nascido em 4 de junho de 1954 em Port Antonio, Jamaica, e falecido em 15 de março de 2008 em Stamford, Connecticut, EUA. Começou a montar amplificadores e consertar rádios aos 12 anos; depois, estudou eletrônica (entre a Jamaica e os EUA) e integrou o sistema de som "Safari", onde fazia a manutenção de amplificadores e toca-discos. Em 1976, ingressou na Jamaican Broadcasting Corporation (JBC) — uma das duas maiores emissoras de rádio de Kingston, ao lado da RJR, que, curiosamente, tocava muito pouco reggae na época. Foi lá que ele assumiu o programa "Dread at the Control" (no qual tocava apenas reggae, diariamente, da meia-noite às 4 da manhã) até 1979, ganhando fama na Jamaica. Começou a gravar músicas em 1978, fundou seu próprio selo, "Dread At The Controls" (ou DATC, nomeado em referência ao seu programa de rádio), no mesmo ano, e lançou seu primeiro álbum em 1979. Tornou-se muito popular na Inglaterra e junto ao público punk; trabalhou com o The Clash, produzindo o single "Bankrobber" e mixando versões dub para os álbuns 'Black Market Clash' e ''Sandinista!'', além de fazer turnê com a banda em 1980. Foi muito produtivo na década de 1980, especialmente na Inglaterra, e participou de diversos projetos nas décadas de 1990 e 2000, antes de se mudar para os EUA e começar a relançar as produções de seu selo....

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https://www.discogs.com/artist/66297-Mikey-Dread