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By Ferramentas Blog

terça-feira, janeiro 03, 2012

STANLEY BECKFORD




















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Stanley Beckford nasceu em 17 de Fevereiro de 1942, em Portland,Jamaica, (a exemplo de Jackie Brown).  Sua mãe morreu durante sua infância. Com sete anos, se seguiu a morte de seu pai, e foi criado por seus avós entre as áreas ocidentais dos guettos de Kingston,Greenwich Farm e Maxfield Avenue. Começou a cantar na igreja local Church of God, e transformou-se no líder do coro, enquanto o vizinho Carlton Smith lhe ensinou a tocar a guitarra. Beckford ganhou o reconhecimento fora da igreja ganhando competições de talento como a do jornalista e apresentador de rádio Vere John´s, e outras competições de talento em Kingston ocidental,no teatro Kingston's Majestic. Em 1968 Beckford se juntou a uma banda de reggae da vizinhança, Soul Syndicate, mas seus timbre nasal e estilo influenciado pelo mento não couberam com seu foco. Foi sustituído logo, e subseqüentemente transformou-se num guarda da noite para a companhia telefônica.Como diversos outros artistas jamaicanos, ele começou cantando na igreja. No começo da carreira, Stanley se apresentava como Stanley and The Turbines, e essa denominação serve para focar a parte de sua carreira onde os ritmos tradicionais do Caribe negro (mento/calypso) tiveram maior influência na composição musical.
 Uma das características mais marcantes do som de Stanley é a bagagem cultural que o mesmo insere nas suas músicas, tanto como "The Turbines" quanto como "The Starlights". Mesmo fazendo reggae (ou country reggae) é notável a voz diferenciada, resultado de uma fusão entre mento e reggae. A voz de Stanley pode ser considerada um marco da cultura jamaicana. A distorção nasal que marca a voz peculiar, descende da forma como os escravos jamaicanos cantavam nas plantações de banana, cana-açúcar no período colonial. Ou seja, pode-se dizer que o reggae de Stanley Beckford é roots, com todas as concepções do termo. Reggae de raiz. Roots de verdade!  estilo de reggae que traz essas nuances rurais é considerado "Country Reggae"(termo criado por Cabeça de Leão) no Brasil, e fora como Reggaemento ou mento-reggae, uma vertente raríssima do reggae, trazendo como seus principais nomes, além de Stanley, Naaman Lee, Count Lasher, Count Sticky, Lord Laro (Kenneth Laro), etc. Muitos dos clássicos de Stanley, como "Dip Them Jah Jah Dip Them", "Mr. Walker" e "Big Bamboo" são regravações com novos arranjos de antigas músicas folclóricas da Jamaica.  Em 2000, Stanley chegou fazer shows pelo Brasil, como Salvador (show que aqui acolá é retransmitido pela STV) e em São Luís do Maranhão. Bem como outros clássicos do roots, como Eric, Jackie e Gregory, Stanley é bastante apreciado, porém os créditos são pagos ao nome do seu grupo "The Starlights". Quem nunca pirou com Soldering, Mama Dee, Donkey Man (Melô de Jumento), Queen of Sheeba (Melô de Xiba), Dip Them Jah Jah, Born Again Rasta, Mr. Walker, Faithfull Wife, Ina mi Prime, ou com pelo menos uma dessas?  No dia 30 de março, Thelma, esposa de Stanley, o encontrou na cama, à beira da morte, sangrando pelo nariz. Nada podia ser feito. Segundo ela, tudo aconteceu em questão de segundos. Stanley tinha 65 anos, e ainda estava em atividade, deixou sete filhos.  O incrível, é que mesmo com todo sucesso de Stanley, não só na Jamaica e no Brasil, mas na Europa, onde o cantor fez recentemente turnês com o grupo "Blue Gaze Band", ele foi esquecido pela indústria da música e morreu na pobreza. Alguns nomes como Fabulous Five, Derrick Morgan, Sam Carty, Toots Hibbert chegaram a realizar uma festa beneficiente para arrecadar fundos para o tratamento médico de Stanley. Desde dezembro, quando o câncer foi diagnosticado, ele travava uma luta árdua contra a doença, mesmo com os poucos recursos e falta de apoio da industria da música comercial e babilônica.  hora de fazer com que a música de Stanley continue ecoando por muito tempo, junto com a carga cultural que a compõe. É hora de assentar as bases, para fazer com que os regueiros do futuro possam, também, sentir o que nós sentimos ao ouvir um reggae de raiz, como o de Stanley Beckford.  Que o Roots não morra... Que Stanley não morra...  Esta é uma humilde homenagem póstuma a um dos reis do verdadeiro reggae.  Canuto Lion, Mais uma vez sentimos o quão difícil é encarar a morte, encarar a perda de alguém querido. Talvez seja tarde para prestar quaisquer homenagens à Stanley Beckford, mas agora, não há outra alternativa senão tentar eternizar a memória e os feitos deste grande nome da música. Não se trata de transformar a música de Stanley em peça de museu, pois o museu serve recordar aquilo que perdeu seu uso, e a música do "Starlight" continua viva, não só no coração de milhares de regueiros, mas dentro do incrível mundo do reggae roots, das radiolas, etc. Uma das características mais marcantes do som de Stanley é a bagagem cultural que o mesmo insere nas suas músicas, tanto como "The Turbines" quanto como "The Starlights". Mesmo fazendo reggae (ou country reggae) é notável a voz diferenciada, resultado de uma fusão entre mento e reggae. A voz de Stanley pode ser considerada um marco da cultura jamaicana. A distorção nasal que marca a voz peculiar, descende da forma como os escravos jamaicanos cantavam nas plantações de banana, cana-açúcar no período colonial. Ou seja, pode-se dizer que o reggae de Stanley Beckford é roots, com todas as concepções do termo. Reggae de raiz. Roots de verdade!  estilo de reggae que traz essas nuances rurais é considerado "Country Reggae"(termo criado por Cabeça de Leão) no Brasil, e fora como Reggaemento ou mento-reggae, uma vertente raríssima do reggae, trazendo como seus principais nomes, além de Stanley, Naaman Lee, Count Lasher, Count Sticky, Lord Laro (Kenneth Laro), etc. Muitos dos clássicos de Stanley, como "Dip Them Jah Jah Dip Them", "Mr. Walker" e "Big Bamboo" são regravações com novos arranjos de antigas músicas folclóricas da Jamaica.  Em 2000, Stanley chegou fazer shows pelo Brasil, como Salvador (show que aqui acolá é retransmitido pela STV) e em São Luís do Maranhão. Bem como outros clássicos do roots, como Eric, Jackie e Gregory, Stanley é bastante apreciado, porém os créditos são pagos ao nome do seu grupo "The Starlights". Temas como Soldering, Mama Dee, Donkey Man (Melô de Jumento), Queen of Sheeba (Melô de Xiba), Dip Them Jah Jah, Born Again Rasta, Mr. Walker, Faithfull Wife, Ina mi Prime foram sucesso na voz de Stanley. Stanley foi diagnosticado com câncer de garganta e lutou por quatro anos. Pelo fim de 2006, Beckford submeteu-se ao tratamento da radioterapia no hospital da universidade das Índias Ocidentais.Em 30 de Março de 2007,Stanley faleceu em seu repouso de Riversdale em St. Catherine.Thelma, esposa de Stanley, o encontrou na cama, à beira da morte, sangrando pelo nariz. Nada podia ser feito. Segundo ela, tudo aconteceu em questão de segundos. Stanley tinha 65 anos, e ainda estava em atividade. É sobrevivido por sua esposa, por cinco filhas e por dois filhos. De acordo com sua esposa, Thelma, está tentando melhor tratar sua perda,apenas se sente sozinha. O incrível, é que mesmo com todo sucesso de Stanley, não só na Jamaica e no Brasil, mas na Europa, onde o cantor fez recentemente turnês com o grupo "Blue Gaze Band", ele foi esquecido pela indústria da música e morreu na pobreza. Alguns nomes como Fabulous Five, Derrick Morgan, Sam Carty, Toots Hibbert chegaram a realizar uma festa beneficiente para arrecadar fundos para o tratamento médico de Stanley. Desde dezembro, quando o câncer foi diagnosticado, ele travava uma luta árdua contra a doença, mesmo com os poucos recursos e falta de apoio da industria da música comercial e babilônica.  Mais uma vez sentimos o quanto difícil é encarar a morte, encarar a perda de alguém querido. Talvez seja tarde para prestar quaisquer homenagens à Stanley Beckford, mas agora, não há outra alternativa senão tentar eternizar a memória e os feitos deste grande nome da música. Não se trata de transformar a música de Stanley em peça de museu, pois o museu serve recordar aquilo que perdeu seu uso, e a música do "Starlight" continua viva, não só no coração de milhares de regueiros, mas dentro do incrível mundo do reggae roots, das radiolas, etc.  Hora de fazer com que a música de Stanley continue ecoando por muito tempo, junto com a carga cultural que a compõe. É hora de assentar as bases, para fazer com que os regueiros do futuro possam, também, sentir o que nós sentimos ao ouvir um reggae de raiz, como o de Stanley Beckford.  Que o Roots não morra,que Stanley não morra,e sta é uma humilde homenagem póstuma a um dos reis do verdadeiro reggae. 
Nos seus discos tocaram instrumentistas como Sly Dunbar na bateria,Robbie Shakespeare no baixo, Michael Chung ,Winston Wright e Rad Bryan nas guitarras, Ansel Collins no órgão, Gladstone Anderson e Theo Beckford no piano e Sticky na percussão.....
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Texto:  Canuto Lion,wikipédia,JAH I PHOENIX
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DISCOGRAFIA:
http://www.roots-archives.com

Releases


1979

1981

[Compilations]

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3 comentários:

Elias Machado Dos Santos disse...

Grande Stanley, comecei a ouvir suas musicas 1998, logo fiquei fan. Seu timbre agudo é demais, quem ouve Thip them jah jah jah thip them e Soldering se emcanta. saudades que Deus o tenha.

Elias Machado Dos Santos disse...

Grande Stanley, comecei a ouvir suas musicas 1998, logo fiquei fan. Seu timbre agudo é demais, quem ouve Thip them jah jah jah thip them e Soldering se emcanta. saudades que Deus o tenha.

Mario Roberto disse...

Realmente muito fantástico stanley sua voz maravilhosa e seus estilos ótimo que grande artista perdeu o reggae valeu stanley que Deus o tenha irmao